Que se levantem as pedras
Dos abismos do mar
Para que se ergam na Terra
Acrópoles aos deuses que
Minguam nas mentes
Incrédulas dos transeuntes.
Que o som das gotas
Do orvalho madrugador
Abafe os gritos das camas
Prazerosas nas
Manhãs de Verão.
Para que isto,
Minha cruz e teu sacrário,
Se abrigue num templo eterno de escravidão.
A tua mão enforca-me o sono
O meu gemido mata a tua sede
Funde-se o corpo na
Escuridão do dia e
Os peregrinos começam as
Marchas anuais para o templo
Onde nós e os deuses
Orgiamos as normas que
Regem o amor.
Sem comentários:
Enviar um comentário