Os meus ossos caiem aos pés
E o meu corpo para trás da vida
Os abismos sobem
As mentes descem
Desnudam-se as criaturas inconscientes
Que por se acharem livres,
Omnipresentes,
Assentam pilares moles
Sobre as águas
No fundo dos horizontes
O preto torna-se luz
O branco esvanece
A vida balança depois da queda
E vejo-me vivo
Sem a pele
Que no passado
Furou as unhas dos meus dedos.
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